Santa Maria Maior
Descobre mosaicos deslumbrantes na igreja da Virgem Maria.
Cripta dos Capuchinhos
Visita um dos locais mais insólitos e perturbadores de Roma.
Basílica de São Pedro
Visita a maior igreja do mundo e o coração espiritual do catolicismo.
Com a maior concentração mundial de edifícios eclesiásticos construídos ao longo dos séculos, Roma apresenta uma quantidade aparentemente infinita de igrejas e basílicas.
Dentro das Muralhas Aurelianas, que delimitam o núcleo histórico de Roma, encontram-se mais de 200 igrejas e 19 basílicas, das quais 3 são patriarcais: Basílica de São Pedro no Vaticano, São João de Latrão (San Giovanni in Laterano), Santa Maria Maggiore.
Todos os grandes artistas que se sucederam ao longo dos diferentes séculos contribuíram para a sua criação.
Também fora das Muralhas Aurelianas existem numerosas igrejas e algumas basílicas, das quais uma é patriarcal (São Paulo Fora dos Muros).
Muitas igrejas, embora apresentem trajes de épocas mais recentes (sobretudo barroco, mas também neoclássico, entre outros), remontam na verdade aos primeiros séculos, quando os primeiros fiéis, para escapar às perseguições implacáveis, como a do Imperador Diocleciano, se reuniam em casas chamadas ‘domus ecclesiae’, escondidas na malha urbana comum.
Esses edifícios tornar-se-iam frequentemente o núcleo das igrejas paleocristãs e medievais, que seriam por sua vez restauradas, modificadas ou mesmo reconstruídas em épocas posteriores.
Abaixo, as igrejas foram classificadas da seguinte forma:
– Grandes basílicas (patriarcais ou não)
– Igrejas paleocristãs e medievais
– Igrejas renascentistas
– Igrejas barrocas
– Igrejas dos séculos XVIII e XIX.
É preciso ter em conta, contudo, que as intervenções de diferentes artistas e arquitetos se sobrepuseram frequentemente, modificando, de acordo com o gosto de cada época, o que os seus predecessores tinham feito.
As Grandes Basílicas Romanas
Com a vitória de Constantino sobre as tropas do rival Maxêncio (312 d.C.), o Cristianismo foi legalizado pelo novo Imperador, que tinha abraçado a fé em Jesus. Da época de Constantino são a Basílica de São Pedro na Cidade do Vaticano, São João de Latrão e a Santa Cruz em Jerusalém.
Em 1300, o Papa Bonifácio VIII (1249-1303) instituiu o primeiro jubileu (inicialmente celebrado de 100 em 100 anos, depois de 50 em 50, e hoje de 25 em 25 anos), prometendo a remissão completa dos pecados aos peregrinos que fossem visitar e prestar homenagem às Basílicas de São Pedro e São Paulo, onde se guardavam as vestes dos dois mártires.
Mais tarde, São João de Latrão e a Santa Maria Maggiore foram acrescentadas a estas duas Basílicas Jubilares (ou Patriarcais). Hoje, para obter a indulgência plenária, basta visitar uma das quatro.
Basílica de São Pedro
São João de Latrão
Santa Maria Maggiore
Basílica de São Clemente
Informações práticas:
– Muitas igrejas estão abertas apenas em dias e horários específicos. Convém informares-te com antecedência e confirmar os horários por telefone.
– É proibido entrar nas igrejas com os ombros a descoberto, calções ou mini-saias. Uma boa ideia é levar na mochila umas calças compridas ou um pareo.